domingo, 6 de dezembro de 2009

Última rodada tem quatro times brigando por título e quatro lutando contra a degola

Postado por Luciana Melo às 06:01 0 comentários
O Campeonato Brasileiro mais disputado da era dos pontos corridos termina neste domingo com quatro equipes brigando pelo título e outras quatro lutando contra o rebaixamento. Na parte de cima da tabela, a missão teoricamente mais simples é a do líder Flamengo (65 pontos), que recebe o mistão do Grêmio no Maracanã. Se vencer, conquistará o hexacampeonato e acabará com cinco anos de domínio paulista.

Maurício Val/VIPCOMM

Torcida do Flamengo poderá comemorar no Maracanã o título brasileiro, na partida contra o Grêmio


Veja a classificação do Brasileiro e simule resultados da última rodada

Três times estarão na torcida por um tropeço rubro-negro. O primeiro da fila é o Internacional, que tem 62 pontos e terá de contar com o empenho do seu rival gaúcho para levantar o caneco no ano do centenário. No Beira-Rio, o time enfrenta o Santo André.

Palmeiras e São Paulo também somam 62 pontos, mas com uma vitória a menos. Por isso, dependem de dois tropeços - de Flamengo e Inter. Se isso acontecer e os dois paulistas fizerem a sua parte, a parada será decidida no saldo de gols. O Alviverde pega o Botafogo no Engenhão, e o Tricolor recebe o Sport no Morumbi. Apenas outro time tem chance de beliscar uma vaga na Libertadores de 2010: o Cruzeiro, que tem 59 pontos e encara o Santos na Vila Belmiro.  


Como está a briga pelo título 

Flamengo: basta vencer o Grêmio. Se empatar ou perder, precisará contar com tropeços de Inter, Palmeiras e São Paulo.

Internacional: depende de tropeço do Flamengo. Neste caso, bastaria uma vitória simples sobre o Santo André.

Palmeiras: torce para que Flamengo e Inter não ganhem seus jogos. Só perderia o título caso o São Paulo tire a diferença no saldo de gols (que é de três atualmente).

São Paulo: tem a missão mais complicada, pois precisa de tropeços de Flamengo e Inter, além de tirar a vantagem de saldo de gols do Palmeiras. 



Sport e Náutico: companhias indesejáveis

  Photocâmera/Agência

Entre os times que brigam contra a degola, o Fluminense de Fred é o que tem mais pontos

Na parte de baixo da tabela, a briga também está equilibrada: são quatro times tentando fugir das duas vagas restantes e da companhia de Sport e Náutico, já rebaixados para a Segundona. O Fluminense é o mais bem colocado, com 45 pontos, seguido por Coritiba (44), Botafogo (44) e Santo André (41).

Embora o Tricolor carioca some mais pontos, não dá para dizer que a sua tarefa é tranquila, já que estará diante de um concorrente direto, o Coritiba, e fora de casa. Se empatar, estará livre da degola. Os paranaenses precisam ganhar para não depender de outro resultado. É o mesmo caso do Botafogo, que recebe o Palmeiras. Pode até se livrar com uma igualdade no placar, mas só a vitória acaba com qualquer preocupação.

A missão mais ingrata é a do Santo André. Precisa bater o Inter em Porto Alegre e ainda contar com derrotas de Botafogo e Coritiba. Neste caso, empataria em número de pontos com os rivais, mas levaria a melhor no critério de desempate.



Como está a briga contra o rebaixamento

Fluminense: depende de um empate com o Coritiba, pois se manteria à frente do adversário. O Santo André já não consegue alcançá-lo.

Coritiba: se vencer o Fluminense, não dependerá de outros resultados. Se empatar, terá de torcer para que o Botafogo não ganhe do Palmeiras. Pode se livrar mesmo com derrota, desde que o Botafogo perca e o Santo André não ganhe do Inter.

Botafogo: tem dois concorrentes à sua frente, mas com a vantagem de que eles se enfrentam. Por isso, basta a ele vencer o Palmeiras. Se empatar, terá de torcer pelo rival Fluminense contra o Coritiba.

Santo André: precisa da combinação de três resultados - vitória sobre o Inter e derrotas de Botafogo e Coritiba. É a única possibilidade de salvação.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Magic e Sixers vencem e mantêm a invencibilidade na pré-temporada da NBA

Postado por Luciana Melo às 07:31 0 comentários
Celtics, Wizards e Bucks também superam seus adversários nesta terça


Agência/EFE

Sixers superam os Knicks nesta terça

Orlando Magic e Philadelphia Sixers continuam invictos na pré-temporada da NBA. Na noite desta terça-feira, as equipes do Leste venceram New Orleans Hornets e New York Knicks, respectivamente, e mantiveram o posto de líder e vice da conferência.

Pelo Magic, Ryan Anderson roubou a cena dos astros Dwight Howard (6), Rashard Lewis (15) e Vince Carter (18) e anotou 22 pontos para ser o cestinha da partida, vencida por 121 a 86. David West foi o maior pontuador dos Hornets com 14.

Já Thaddeus Young foi o jogador que mais movimentou o placar nesta terça-feira. Com 26 pontos, ele garantiu a vitória dos Sixers sobre os Knicks por 93 a 85. Pela franquia de Nova York, Al Harrington foi o destaque, com 18 pontos.

No jogo mais disputado da noite, Milwaukke Buck bateu Chicago Bulls por apenas um ponto, ajudado pela boa atuação de Hakim Warrick, que somou 24 ao placar da equipe. Nem mesmo os 20 pontos e 16 rebotes, sendo 10 defensivos, de Joakim Noah, evitaram a derrota do time de Illinois.

E no duelo entre Boston Celtics e New Jersey Nets, melhor para o campeão de 2007/2008, que poupou Kevin Garnett e Ray Alen, e apostou em Rasheed Wallace para comandar a vitória por 91 a 88, fora de casa. O ala-pivô foi o cestinha do time, com 20 pontos e nove rebotes, e Courtney Lee, do Nets, o maior pontuador da partida, com 21.

Gilbert Arenas também foi decisivo para a vitória de sua equipe, o Washignton Wizards, por 101 a 98 sobre o Detroit Pistons. O armador anotou 24 pontos, enquanto Will Bynum somou 23 ao time derrotado.

Lesão no pulso tira Del Potro de Xangai

Postado por Luciana Melo às 07:28 0 comentários
Torneio já soma cinco abandonos. Roddick e Nadal culpam calendário

Juan Martín Del Potro é a última vítima das lesões no Masters 1.000 de Xangai. O argentino, número 5 do mundo e cabeça de chave 3 do torneio, abandonou seu jogo de estreia por causa de uma lesão no pulso direito. Ele perdia para o austríaco Jurgen Melzer por 7/5 e 2/1 quando desistiu de tentar a virada.

Ag./EFE

O argentino Juan Martín Del Potro conversa com o fisioterapeuta do torneio anes de abandonar a partida

Após a queda de Del Potro, o número de abandonos por lesão em Xangai sobre para cinco. Antes do argentino, o Masters chinês já contabilizava as desistências de Mischa Zverev, José Acasuso, Tommy Haas e Andy Roddick.

O americano culpa o calendário puxado da ATP. antes mesmo entrar em quadra para enfrentar o suíço Stanislas Wawrinka, Roddick já disparava contra a enorme sequência de torneios e o pequeno período de férias no circuito mundial. Para ele, as ausências de Roger Federer e Andy Murray, que alegaram lesões e nem foram a Xangai, já eram sinais.

- Acho absurdo um esporte não ter férias decentes para que o jogador se recupere, entre em forma e, então, treine. Não acho que sejam coincidência (as ausências), e espero que a mentalidade de curto prazo não afete a longevidade das carreiras. Acho que todos querem as estrelas por perto pelo maior tempo possível.

Também antes do torneio, Nadal engrossava o coro

- É impossível começar a jogar 1º de janeiro e terminar 5 de dezembro. É impossível que joguemos como fazíamos há cinco anos, com tantas partidas, sem sofrer problemas físicos.

Esperança do Brasil, Mineirinho dribla dificuldades com dedicação e disciplina

Postado por Luciana Melo às 07:27 0 comentários
Hoje candidato ao inédito título mundial, surfista não sabia pegar ondas para a esquerda nem falar inglês quando começou a competir

Adriano de Souza mal consegue lembrar em que ano foi. Lembra que era a primeira final que disputava. Uma onda perfeita se formava no outside, mas ele sequer ousou remar em sua direção. Era uma esquerda, e Adriano, irmão de Angelo, não sabia pegar ondas para a esquerda. Perdeu o título, levou um puxão de orelha do empresário e ficou os seis meses seguintes surfando somente ondas para aquele lado. Na última terça-feira, Adriano voltou a ver esquerdas se formando. Estava na costa espanhola de Sopelana, no País Basco. Remou sem medo em direção a elas. Seguidas vezes. Uma melhor do que outra. Conquistou sua primeira vitória na elite do surfe. Daquela primeira decepção ao posto de esperança brasileira ao inédito caneco do Circuito Mundial, ele carrega na prancha exemplos de disciplina e dedicação.

Divulgação/ASP

Mineirinho pega uma esquerda em Sopelana, onde conquistou sua primeira vitória no Circuito Mundial

O empresário é o mesmo até hoje. Foi Luis Campos, o Pinga, quem primeiro enxergou nele um futuro promissor. Aos 9 anos, Adriano era apenas um menino pobre do Guarujá que tinha a prancha como um dos poucos brinquedos. Há 23 anos, a família De Souza migrou do Rio Grande do Norte para São Paulo em busca de trabalho na região litorânea. O pai montou um pequeno bar no Guarujá. O irmão, Angelo, 13 anos mais velho, foi quem o empurrou sobre uma prancha pela primeira vez. E como o apelido dele era Mineiro, o caçula virou... Mineirinho.

Mineirinho teve dificuldades para conciliar estudos e competições. E passou por maus momentos em consequência disso. Como em sua primeira viagem ao Havaí, aos 11 anos. A passagem fora um prêmio pela vitória em um campeonato. Na primeira das duas escalas até Honolulu, em Dallas, achou que já tivesse chegado. Sem saber se comunicar, saiu do avião. Teve de ser levado de volta, pois estava certo de que estava no destino final.

O primeiro grande título da carreira veio em 2003: sagrou-se campeão mundial pro júnior. Em 2005 e em 2006, dedicou-se à divisão de acesso mundial, o WQS. Conquistou o bicampeonato do circuito que dá 15 vagas para a elite do surfe. Ao chegar à elite, logo surpreendeu. Em sua primeira etapa, foi às semifinais. Adaptou-se bem aos grupo dos melhores do mundo. Vira e mexe troca a badalação pelo computador - adora editar vídeos - e pelo estudo: estuda o melhor equipamento, a melhor estratégia.

- Ele está sempre prestando atenção, se dedicando, sempre tentando evoluir - contou o americano Kelly Slater, em julho, quando esteve no Brasil.

  Gabriele Lomba/GLOBOESPORTE.COM

Em Arica, o susto: corte no rosto

Mas a dificuldade de se comunicar ainda atrapalhava. Seu patrocinador, então, pagou um curso de inglês de três meses de duração na Gold Coast australiana. Hoje, mora em São Clemente, na Califórnia.

O maior susto da carreira foi em 2007. Após uma "vaca", cortou o rosto durante a etapa móvel do “circuito dos sonhos”. O sonho virou pesadelo em Arica, no Chile.

Mas surfistas estão acostumados ao perigo. Sabem, como poucos, como driblar o medo, esteja ele em um fundo de pedra ou no olho de um adversário. Um deles, bem verde, costuma incomodar.

Até esta semana, Kelly Slater, eneacampeão mundial, tinha seis vitórias em seis confrontos contra Mineirinho. E a última delas tinha sido justamente na final da etapa brasileira, em Imbituba. Na terça-feira, finalmente conseguiu dar o troco.

Aos 37 anos, porém, o americano é uma incógnita para a temporada 2010. Conquistar o título mundial com Slater ainda competindo daria ainda mais prestígio ao brasileiro.

- O circuito mundial deve muito a ele e, sem ele, não tem o mesmo peso – disse, durante a etapa de Imbituba.

Rubinho admite favoritismo no GP, mas não promete: 'É momento de colher frutos'

Postado por Luciana Melo às 07:23 0 comentários
Brasileiro quer se preocupar com a primeira vitória no GP do Brasil antes de pensar em suas chances de título na briga com o rival Jenson Button

 Agência/Reuters

Barrichello com o capacete do GP do Brasil

Rubens Barrichello chega a este GP do Brasil em uma situação inédita em sua carreira. Pela primeira vez, o brasileiro disputa o título com reais - mas pequenas - chances de ser campeão. Por isso, o piloto da Brawn GP assumiu o favoritismo na corrida, disputada em um de seus circuitos preferidos, mas não quer fazer promessas ao público.

- Vou como favorito. Me sinto bem, ando bem lá, com chuva ou sol. Vão dizer: "O Rubinho está prometendo de novo". Sim, mas, desta vez com humildade, pés no chão, sabendo que tenho um carro competitivo que não se mostrou bem em algumas provas, mas que surpreendeu em outras. Espero que esta seja uma hora boa para surpreender. Vou dar um passo por vez no fim de semana - diz Barrichello, em entrevista a um pequeno grupo de jornalistas em São Paulo.

O brasileiro quer a vitória em Interlagos. Por isso, optou por não se preocupar com suas chances de título, já que ele depende de um mau resultado de Button na corrida.

- Vou para a corrida com aquele pensamento positivo que me trouxe até onde estou. É ele que elimina qualquer possibilidade de ficar pensando no campeonato. Quero a vitória, pois isso vai me dar chance no futuro. É o momento de colher frutos, de êxtase, de me sentir bem, de ver o Brasil torcendo ao máximo. Vou ao fim de semana com humildade e trabalho.

  • É inevitável que a Brawn seja campeã do Mundial de Construtores. Tenho o mesmo sentimento que tive ao subir no pódio da primeira corrida com Ross e Jenson, pessoas que pasaram por baixos comigo, e estavam ali no alto, acenando com a vitória. O Ross, como bom dirigente, merece isso"
Ele admite ter se colocado sob pressão em outros GPs do Brasil. No entanto, Barrichello acha que o retorno a Interlagos, após ser dado como aposentado em 2008, é uma grande vitória.

- Apesar de ter sido muito positivo nos meus pensamentos e na minha maneira de agir, acabei perdendo uma energia que não precisava. Hoje, sei utilizar isso de uma maneira boa e acredito que sorrindo para os problemas você cresce. A melhor amostra disso é guiar um Brawn competitivo após sair de Interlagos no ano passado com muita gente achando que eu não iria voltar. É uma reviravolta excelente e tenho de usufruir isso. É um momento de honra voltar a Interlagos.

Apesar dos problemas que teve com o carro nesta temporada, Barrichello elogiou o trabalho do chefe Ross Brawn. Segundo ele, o dirigente merece a volta por cima após o ano ruim na Honda.

- É inevitável que a Brawn seja campeã do Mundial de Construtores. Tenho o mesmo sentimento que tive ao subir no pódio da primeira corrida com Ross e Jenson, pessoas que pasaram por baixos comigo, e estavam ali no alto, acenando com a vitória. O Ross, como bom dirigente, merece isso.

Goleiro Rafael se prepara para enfrentar melhor ataque do Mundial Sub-20

Postado por Luciana Melo às 07:21 0 comentários
Gana já marcou 16 vezes e tem o principal goleador do torneio, Adiyiah

Rafael pega pênalti no jogo contra o Uruguai

Um dos grandes destaques do Brasil nos últimos três jogos, contra Uruguai, Alemanha e Costa Rica, o goleiro Rafael já se prepara para o confronto contra o melhor ataque do Mundial Sub-20. A artilharia de Gana já marcou 16 vezes e tem o principal goleador do torneio, Dominic Adiyiah, responsável por metade dos gols do time.

- Eles têm um ataque respeitável, com bons jogadores, e nós temos que ter atenção. Mas nossa defesa é a menos vazada da competição também, então vai ser um bom duelo. Temos que dar o nosso melhor para sair com o título - analisou Rafael, que só tomou três gols no Mundial.

O poderio ofensivo de Gana, no entanto, se concentra em poucos jogadores. Dos 16 gols, Adiyiah fez oito, Osei fez quatro, Ayew fez dois e Rabiu e Quansah fizeram um cada. Apenas cinco jogadores marcaram, ao contrário do Brasil, que divide seus 14 gols por oito jogadores.


Volta de ‘mais de meio time’ contra o Flamengo faz Muricy cobrar uma vitória

Postado por Luciana Melo às 07:20 0 comentários
Após derrota no Recife, treinador palmeirense espera reação no Palestra Itália, com Diego Souza, Armero, Edmilson e Vagner Love

Expectativa é que Diego Souza se reapresente na quinta de manhã, poucas horas depois de defender a seleção

As voltas de Diego Souza, Armero, Edmílson e Vagner Love para o duelo contra o Flamengo, que será disputado no próximo domingo, no Palestra Itália, fazem o técnico Muricy Ramalho exigir uma vitória do Palmeiras, que perdeu para o Náutico por 3 a 0 na última segunda-feira.

- Teremos a volta de mais de meio time e podemos definir nossa situação na tabela. Não podemos ficar lamentando, mas tirar proveito do que aconteceu de errado para voltar a vencer - falou Muricy.

Apesar da cobrança por um resultado positivo, o treinador pediu calma ao time e ficou aliviado com os resultados negativos registrados na rodada passada pelos concorrentes diretos na briga pelo título do Campeonato Brasileiro.

- Não pode ter motivo para desespero. Os times que estavam na frente não ganharam e a competição tem demonstrado um equilíbrio muito grande. Mantivemos a vantagem e temos força para reagir - analisou o treinador.

 

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